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Na noite da entrega dos prémios do Óscar roteirista do filme ‘Jogo da Imitação’ faz discurso pró-gay e ganha Óscar


O filme “O Jogo da Imitação” com 8 indicações na noite do último domingo (22/02) venceu apenas um Óscar que no entanto, protagonizou um dos momentos mais emocionantes da noite.

Graham Moore, quando subiu ao palco para receber o prémio de melhor Roteiro Adaptado pelas mãos da incrível Oprah Winfrey, contou em breve discurso algo de seu passado.

Ele disse que aos 16 anos tentou o suicídio porque se sentia diferente dos demais. Hoje, vendo onde chegou, ele diz que sabe que não há problema em ser diferente e que devemos celebrar a diversidade. “Continue estranho. Continue diferente. E quando chegar a sua vez, por favor passe a mensagem para a próxima pessoa”. Sua fala provocou lágrimas na platéia que o aplaudiu de pé.

O filme de Morten Tyldum tinha 8 indicações ao Óscar. A produção conta a história do matemático Alan Turing, um herói que ajudou a salvar milhares de vidas durante a Segunda Guerra Mundial decodificando códigos nazistas, mas que em menos de uma década depois acabou condenado à prisão por ser gay. Para se livrar do encarceramento, aceitou passar por castração química e se matou.

A cerimónia do Óscar foi apresentada pelo actor abertamente gay Neil Patrick Harris.

Propositalmente ou não de forma bem-humorada, ele repetiu clichês gays no palco: pra começar a noite mostrou seu talento para musicais, depois criticou o vestido de uma das premiadas em curta-metragem e também não perdeu a oportunidade como qualquer gay-malhado a aparecer semi-nú no palco, imitando uma cena do filme ‘Birdman’.





 

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